segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

5 Livros para ler em 2019!


Você disse livros?

Olá pessoas, trago a vocês uma lista que pode ajudar na escolha das leituras para  2019, não que queiramos influenciar em suas escolhas, mas estes livros TODA PESSOA DEVERIA LER! Se é que me entendem. Primeiro, para você que é um iniciante no mundo da leitura ou Geek-Nerd (que é o meu caso), estes são ideais para conhecer um pouco desse mundo fantástico que nos permiti viajar sem sair dom lugar.


  1. Eragon



2. O Hobbit



 3. O guia dos mochileiros da galáxia



 4. Assassin's Creed - Renascença


5.O jogador numero 1



Você é um Geek ou um Nerd? Parte 1



E isso importa?

Eis a questão: Sim e Não. Acho importante que você saiba primeiramente quais são os seus gostos e suas características, quem você é? E segundo, a utilização de um termo ou outro, não te torna superior a ninguém, não queremos definir padrões. Tendo isso em mente, segundo pesquisas, a diferença existente entre os termos é muito sutil, pois ambos os universos se interligam. Mas, vou relatar a vocês o que encontrei a respeito do assunto para entenderem melhor. Segundo o tio Sundem "o termo Nerd surgiu em 1954 pelo Escritor e Cartunista, Theodor Seuss. As características físicas e psicológicas de um Nerd segundo ele "incluem o interesse extremo por livros e estudos, introversão, dificuldade para se relacionar socialmente, e diversas habilidades mais desenvolvidas devido ao gosto por games, filmes, ciência e computadores." E Anderegg, afirma que "o termo Geek obteve seus primeiros registros no ano de 1976, como sinônimo da palavra "fool" (bobo)", mas que ao longo do tempo "o termo Geeks saiu do negativismo para assumir um status de tecnologia. Os Geeks são cotidianamente atraídas por novidades tecnológicas e são mais comunicativos, incluem além do gosto por videogames, filmes, coleção de objetos, a paixão por gadgets e tecnologia, computação, códigos, hacks, além de música eletrônica". 
Viram só? são poucas as diferenças, quando perguntarem novamente porque não responder: EU SOU UM GEEK-NERD! Pois ambas as ramificações possibilitam a nós ter acesso e compartilhar a importância de novos conhecimentos, pois os nerds e geeks revolucionaram o mundo, cativando mais pessoas a querer inventar, viajar e acreditar nas suas ideias, mesmo que pareçam malucas.
Como disse o publicitário Nick Ellis "Nós, os nerds e os geeks é que vamos tomar conta do mundo! As coisas que a gente gosta estão na moda." 



Essas são as fontes bibliográficas e o site que visitei, para tirar qualquer duvida:

SUNDEM, Garth. The Geeks' Guide to World Domination - Be Afraid, Beautiful People. New York: Three Rivers Press, 2009. 

ANDEREGG, David. Nerds - Who They Are and Why We Need More of Them. New York: Tarcher, 2007.

Visitado em 10/12/18: http://www.artigos.com/artigos-academicos/11646-a-relevancia-do-universo-nerds-e-geeks-na-contemporaneidade.


Um Anão bravo e um Grande Machado.

         Olá Nerds, aqui quem vos fala é o famigerado L.Leiru, como lhes prometi, estou aqui apresentando um de meus personagens, um Barbado, ops, quiz dizer... um Bárbaro, Anão da Montanha, mas pensando melhor... barbado também, afinal qual Anão que se preze que não possui uma barba decente?!... mas voltando ao assundo, e sem mais delongas, apresento-vos....
           
          Gorgoroth, Servo da Lua Sangrenta

             Aos arredores de PedraGarra vivia um povo tribal, os servos da Lua de Sangue, constituído por bárbaros, bruxas e druidas, este povo possuía costumes nada peculiares, rituais de sangue e sacrifícios variados, estes rituais místicos tornavam os olhos dos habitantes da tribo negros e com as iris rubras como sangue, além das tatuagens vermelhas. Nas costas um enorme circulo que representa a lua cheia, e símbolos variantes pelo corpo. Um povo brutal e de grande poder ritualístico, porém o reinado de Thruskia avançou com suas tropas por este terreno durante a expansão do reinado, e o povo apesar de forte era bem pequeno e mesmo tendo maior conhecimento do terreno, os exércitos do reinado vieram em grande número e com armas melhores, durante um ano de resistência o povo de PedraGarra lutou, no final apenas uns poucos sobreviventes foram aprisionados e vendidos como escravos, ou então permanecem aprisionados até hoje, dentre eles Gorgoroth, que pela sorte do destino foi solto antes mesmo de ser vendido. Durante seu trajeto para a prisão do reinado, o exército que escoltava os prisioneiros foi atacado pelo exército da resistência, vários povos unidos contra o avanço do reinado, no meio do ataque Gorgoroth foi solto e encontrou um machado que batizou de Sangria, que até hoje é seu companheiro, tomado pelo desejo de vingança de seu povo destroçado e oportunamente ter encontrado com o exército rival, se filiou a causa, junto do exército da resistência travou batalhas de vitórias e derrotas, mas a pesar dos esforços o exército da resistência acabou sucumbindo aos poucos, e seus membros remanescentes de dispersaram pelo mundo, Gorgoroth tomou o caminho dos mercenários e se juntou a uma Guilda, e está pronto para mais um par de aventuras...


       

Introdução ao RPG 2ª Parte

            Olá Nerds, aqui quem vos fala é o famigerado L.Leiru, e como lhes foi prometido, aqui vos apresento uma pequena ou nem tanto assim, história/cena de RPG, ela foi toda tirada do livro: Módulo Básico de Tormenta RPG, um sistema de RPG totalmente brasileiro com muitas inspirações e aventuras, que já me rendeu ótimas tardes de lazer. Espero que se divirtão com esta pequena representação, e Boa aventura....
         
            "O mestre está conduzindo uma aventura para quatro jogadores. Seus personagens são Bland Foresworn, paladino humano; Rondhir, druida anão; Johan Vanderval III, swashbuckler elfo; e Abir Fariha, qareen feiticeira.

            Recentes ataques contra viajantes em uma estrada para Malpetrim
levaram o prefeito a contratar heróis para acabar com a ameaça. Após alcançar o lugar das emboscadas e procurar pistas, o grupo segue rastros através da floresta até uma antiga ruína erguida por anões. A noite avança sobre a clareira que leva até a estrutura.

          Rondhir: Suspeito que seja um posto avançado de Doherimm. Talvez exista uma passagem para a Montanha de Ferro aqui perto.
          Johan: Se houvesse tal passagem, você mostraria onde fica?
          Rondhir: Claro que não! Nenhum anão digno da barba jamais diz o caminho para Doherimm.
          Bland: Silêncio, vocês dois. Está escuro demais aqui. Os monstros que atacaram os mercadores podem estar por perto, prontos para nos emboscar.
          Abir: Não precisa ter medo do escuro, bom paladino! Não quando estou aqui para conjurar uma magia de luz. Pronto, melhor agora?
          Bland: Eu não estava com... oh, bem! Mestre, o que vemos em volta? Algum perigo?

         O mestre examina suas notas. De fato, há alguns monstros aqui, vigiando a entrada da ruína. Como os jogadores não tentaram ser silenciosos, os monstros estão cientes de sua chegada e esconderam-se para uma emboscada.

          Mestre: Pode ser que sim. Façam testes de Percepção. O jogador de Bland rola 1d20 e consegue um 10. Somando seu modifi cador +5 na perícia Percepção, seu resultado fi nal é 15. Os outros jogadores fazem o mesmo, conseguindo resultados 18 (Rondhir), 9 (Johan) e 11 (Abir).
       
          O mestre rola um teste de Furtividade secretamente para os monstros, conseguindo um total 13. Apenas Bland e Rondhir tiveram resultados melhores.

          Mestre: Abir e Johan, vocês não percebem nada.
          Johan: Eu estava entretido com a tatuagem da feiticeira...
          Mestre: Bland e Rondhir, vocês percebem três criaturas humanoides tentando se aproximar sem serem notadas. Rondhir, faça um teste de Conhecimento (natureza).
       
         O jogador de Rondhir rola 14, soma seu modifi cador +9 e consegue um 23. O mestre decide que é sufi ciente para identifi car as criaturas.

          Mestre: Os monstros são peludos, com 2m de altura e cabeças de hiena. Usam armaduras metálicas e escudos, e estão armados com machados. Você tem certeza que só podem ser gnolls.
          Rondhir: Hah! Bichos covardes! Vão provar minha foice!
          Mestre: Então rolem Iniciativa, vocês dois.
          Bland e Rondhir rolam sua perícia Iniciativa, conseguindo respectivamente 10 e 16. O mestre rola uma vez para os monstros, conseguindo 7. Johan e Abir não rolam ainda, porque falharam em perceber os monstros e estão surpresos.
          Mestre: Você age primeiro, Rhondir. O que vai fazer?
          Rondhir: Avanço e ataco o gnoll mais próximo!
          Mestre: Certo, pode rolar o ataque.

          O jogador de Rondhir rola 1d20 e soma a seus modifi cadores de ataque, conseguindo um total 22. O mestre verifi ca que o gnoll tem classe de armadura 17 (mas não diz esse número aos jogadores). O ataque do anão é bem-sucedido.

          Mestre: Muito bem, a foice atravessa a armadura do gnoll e consegue feri-lo. Role o dano. Rondhir rola 2d4, soma seus modifi cadores de dano corpo-a-corpo, e consegue 9. O gnoll, que tinha 11 pontos de vida, é gravemente ferido.
          Mestre: Foi um ferimento profundo, quase liquidou o gnoll, mas ele ainda está lutando. Agora você, Bland.

         O jogador de Bland decide atacar um gnoll diferente. Ele rola 16 para o ataque, um ponto abaixo do necessário para vencer a classe de armadura do alvo.

         Mestre: Hm, infelizmente o escudo do gnoll deteve sua espada. Agora é a vez deles.
     
          O mestre decide a estratégia dos gnolls. Os dois que foram atacados continuam com seus adversários, enquanto o terceiro avança contra Abir.

          O mestre rola ataques para os gnolls. Os oponentes de Bland e Rondhir rolam mal, falhando em vencer a classe de armadura do paladino e do druida. Mas a feiticeira, desprevenida, é um alvo fácil. Mesmo com uma rolagem mediana, o gnoll é bem-sucedido em seu ataque.

          Mestre: É... o gnoll que você não havia percebido conseguiu se aproximar pelas costas e aplicar um golpe com o machado. Você perde... 8 pontos de vida.
          Abir: Aaagh!! Tanto assim? Só me sobram 3 PV! Outro desses, e vou direto ao encontro de Wynna.
          Mestre: Acabou a rodada de surpresa. Você e Johan podem rolar a Iniciativa. Agora que todos agiram, uma nova rodada vai começar. Abir e
          Johan não estão mais surpresos, e rolam sua perícia Iniciativa. Conseguem resultados 22 (Abir) e 9 (Johan). Ambos agem antes dos gnolls, e Abir age antes de Bland (10) e Rondhir (16).
          Mestre: Você primeiro, Abir. O que vai fazer?
          Abir: Ataco com uma magia de toque chocante.

          O mestre avisa que, quando um conjurador lança uma magia, fica desprevenido até seu próximo turno. Um personagem desprevenido sofre uma penalidade de –4 na classe de armadura.

          Mestre: Lembre-se que conjurar uma magia nessa situação faz com que fique vulnerável.
          Abir: Não vai fazer diferença se ele me acertar de novo!
          Mestre: Então, faça um ataque de toque.

          Abir rola 1d20 e soma seus modifi cadores de ataque corpo-a-corpo. Para este ataque ela não precisa vencer a armadura do alvo, apenas tocá-lo. Por isso, em vez de usar a classe de armadura do gnoll, o mestre faz um teste de Refl exos para a criatura. Além disso, a magia toque chocante
oferece um bônus ao conjurador contra alvos em armaduras metálicas. É um ataque fácil. Abir rola 14, mais que sufi ciente para acertar.

          Mestre: Você conseguiu! Role o dano.
          Abir: Ótimo! Prove um pouco do poder de Wynna, monstro!
          Abir rola um total 11. O número exato de pontos de vida do gnoll.
          Mestre: O gnoll cai fulminado pela eletricidade, o pêlo queimando entre as frestas da armadura. Rondhir, é a sua vez.

          O anão desfere outro ataque com a foice, mas desta vez rola mal e erra. A próxima Iniciativa é do paladino.

          Bland: Não vou me arriscar. Pode haver mais monstros por perto. Vou usar meu poder de cura pelas mãos para ajudar a feiticeira.

          Examinando sua ficha de personagem, Bland verifi ca que pode curar 1d8+1 pontos de vida, três vezes por dia. Ele gasta um dos usos diários para restaurar Abir.

          Abir: Muito agradecida, mas veja lá onde coloca essa mão!
          Johan: Interessante, preciso lembrar de aprender esse poder um dia destes.
          Bland: Grande Khalmyr, dai-me força e paciência...
          Mestre: Johan, só falta você antes de chegar a vez dos gnolls. O que vai fazer?
          Johan: Até que enfi m! Como pode ver aqui em minha ficha, eu falo o idioma gnoll. Vou falar com eles.
          Rondhir: Vai falar com eles?! E o que pretende dizer, seu elfo biruta? Vai contar uma piada?
          Johan: Mestre, eu digo aos gnolls que se rendam.
          Mestre: Hm... faça um reste de Enganação.

          O jogador de Johan rola 1d20, soma seus modifi cadores e consegue
um excelente 28.

          Mestre: Muito bem. Quando chega a vez dos gnolls... eles
não atacam. Continuam de armas erguidas, mas não fazem nada. Parecem muito confusos.
          Rondhir: Mas em nome de Allihanna, o que...?
         Johan: Não sabia? Gnolls sempre aceitam ofertas de rendição. Eles estão em menor número, um deles morto, outro muito ferido. Não é surpresa nenhuma.
          Mestre: Johan jogou bem, os gnolls não atacam nesta rodada. Começa outra rodada. Abir, você não está mais desprevenida, e não tem mais penalidade na classe de armadura. O que vai fazer agora?
          Abir: Hã... ótima pergunta.

          E assim a história segue. Os jogadores podem continuar lutando, aproveitando a oportunidade oferecida pelo blefe de Johan. Ou podem dialogar, conseguir com os gnolls informações sobre a ruína, em troca de suas vidas. Por outro lado, não há como saber se os gnolls pretendem mesmo se render, ou se apenas fi caram confusos por um instante. Apenas o mestre sabe a resposta — e poderia pedir testes de Intuição aos jogadores para perceber."
         

           Olá de novo Nerds. Todas as referências citadas pelos personagens e jogadores você pode encontrar no Livro que fala mais sobre e se aprofunda mais, espero que tenham gostado. e aguardem que mais coisas vem por ai. até a próxima aventuta...
                                                                         ... De seu estimado Companheiro de Aventuras L. Leiru.

INTRODUÇÃO AO RPG

         Olá Nerds, aqui quem vos fala é o famigerado L.Leiru, e pretendo aqui lhes apresentar da minha forma, meu amado e estimado RPG, a meu ver, o melhor jogo do mundo.

         Bem, para começar podemos dizer que, quando se tem em mente um jogo, logo se imagina: "que peças vamos usar?", ou "em que console roda isso?", bem amigos, eu vou lhes abrir a mente para um mundo infinito de possibilidades, o RPG nada mais é do que um jogo aonde é possível jogar apenas com papel, lápis e sua imaginação, isso mesmo, você deve estar pensando, "mas o que diabos esse cara tá falando, será que usou narcóticos?" bem, lhes asseguro que não faço uso de drogas ilícitas, e sim, ainda assim, utilizo minha mente da forma que mais me agrada neste mundo, utilizo para criar histórias, mas não são quaisquer histórias, são histórias de personagens que devem enfrentar terríveis desafios, e desvendar enigmas dificílimos, além de tentar sobreviver em mundos tão loucos quanto se pode imaginar, pois além de criar a história destes personagens, você é quem decide o que esse personagem deve fazer na sua próxima oportunidade, mas não é tão simples assim, aí vem as ferramentas do RPG, aquelas que vão nos auxiliar para que sigamos um objetivo, um fluxo e consigamos dar sentido ao jogo.
          Para começar devemos decidir quem será o "Mestre", ele será o mais importante do jogo, pois é ele quem vai administrar a história, é ele quem vai dizer aonde estamos e o que o mundo imaginário apresenta a nossa frente, em seguida os demais jogadores devem desenvolver personagens com suas próprias histórias, habilidades, e peculiaridades, isso deve ser estabelecido em acordo com o "Mestre", e também deve seguir as regras de um sistema de RPG.
           O sistema é uma ferramenta fundamental do rpg, pois é ele quem vai delimitar as dificuldades, e como eu posso realizar alguma ação, e pra ajudar nesse sistema usamos os dados, os mais comuns utilizados são, d4,d6,d8,d10,d12,d20 e d% ou d100(esse dado conta como porcentagens), cada "d" representa um "dado" e os números são a quantidade de lados que cada dado possui, por exemplo, no D&D, um sistema de RPG renomado no mundo todo, quando se quer realizar uma ação, você vai rolar um d20(dado de vinte lados) e vai somar o resultado com as características pertinentes do seu personagem que já devem estar escritas em uma Ficha de personagem, então o resultado final deve ser maior que a dificuldade que o "Mestre" impôs para que ação fosse realizada com sucesso, porém temos outros sistemas, como Vampiro: A Máscara, que só se usam d10(dado de dez lados), e aonde se deve usar mais dados para alcançar sucessos, tem o 3d&t que utiliza apenas os dados "comuns", os d6(dado de seis lados) para que seu sistema funcione, entre outros, eu mesmo me atrevo a criar meus próprios sistemas baseados nesses que citei, que vão favorecer no "Cenário" que eu criei, no caso, os cenários são os mundos imaginários de cada jogo, é normal utilizar os cenários que já são propostos nos sistemas, mas tbm é possível utilizar os sistemas em cenários próprios, aonde ao meu ver é mais fácil de fluir o jogo quando se cria o cenário e o sistema, pois se tem total liberdade para o jogo não empacar, mas também quando não se tem ainda ideia da funcionalidade de sistema é bom começar com um sistema pronto, inicialmente aconselho o 3d&t por ser um sistema mais simples, ou D20 que é uma variação de D&D, acredito que este assunto esteja ficando um tanto massante, então vou exemplificar uma cena de RPG em uma próxima postagem, além de algumas histórias de personagem pré-RPG, que seriam basicamente o que o Personagem passou antes de adentrar no mundo de aventuras que será narrado pelo mestre e testado pelo jogador, e claro, pretendo continuar de onde eu parei, muitas lacunas ficaram, e ainda tenho que lhes provar que não sou totalmente louco, talvez um pouco, mas quem não é? :v... até mais ver...
                                                                          ...de seu estimado Companheiro de Aventuras, L.Leiru.

Bem vindo ao nosso mundo Geekiano!


Vida Longa e próspera!

(Eu sempre quis dizer isso hahaha)


Oi pessoas 👽, hoje convido vocês a participar conosco nesse mundo repleto de livros, filmes e gamers, que nos leva a conhecer outras dimensões e viver novas experiências através de histórias fantásticas onde tudo é possível acontecer. Por este mundo me chamam de Ellie Báskara (mas também sou conhecida como Ellen em uma galáxia distante) e buscarei compartilhar com vocês um pouco do que estou aprendendo com meus amigos, ainda sou uma noob nesse quesito, mas tenho me encantado e quero junto com vocês aprender mais sobre o que a cultura nerd tem a nos ensinar.
A nave vai levantar voo, apertem o cinto!

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Se cheguem, puxem uma cadeira, e acendam a fogueira.

Olá Nerd, aqui quem vos fala é o famigerado Lucas, ou também conhecido como L.Leiru (não tão conhecido assim), e tenho como objetivo lhes apresentar um vasto (não tão vasto) acervo de fantasia, ficção, entre outros assuntos afins, por meio do RPG, o famoso (não é tão famoso assim) jogo de interpretação de personagens, livros, jogos digitais, entre outras possibilidades, não sou tão conhecedor quanto desejaria (isso é verdade), mas aqui vos apresentarei o pouco (bem pouco) que conheço.
-Lucas Monteiro, ou L. Leiru.